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Relatório da véspera de rebelião no AM diz que preso possuía metralhadora

 

Um relatório entregue na véspera do massacre que ocorreu no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, avisava que um dos presos teve acesso a uma metralhadora. As informações são da Globo News.

O texto foi elaborado pela inteligência da Secretaria de Segurança no dia 31 de dezembro, no Centro Integrado de Comando e Controle do Amazonas. Autoridades do Governo do Estado e Federal tinham acesso ao documento.

O documento alerta para um plano de fuga no regime fechado do Compaj. Além disso, apontava que oito armas de fogo tinham entrado no presídio na semana anterior ao Natal por meio de visitantes e com o ajuda de agentes.

A metralhadora, de acordo com o relatório, estaria com um preso conhecido pelo apelido de "nigéria", condenado por tráfico de drogas. O homem estava envolvido no plano de fuga, que desde o início já contava com a ajuda dos detentos do regime semi-aberto. Os presos dos dois regimes são separados por um muro, derrubado no dia da rebelião.

Presídio no Amazonas teve festa pouco antes de massacre

O governador do Amazonas, José Melo (Pros), disse que reforçou a segurança externa dos presídios, mas disse que a parte interna é responsabilidade da empresa contratada, a Umanizzare.

“Ela continua sendo a responsável pelo o que acontece dentro das celas, dos refeitórios, dentro do âmbito fechado da penitenciária. Ele foi contratada por isso", declarou Melo.

O Sindicato dos Agentes Penitenciários afirmou que a segurança interna do presídio é feita por agentes contratados pela Umanizzare, como mostra o registro profissional de um funcionário do Compaj.

“Acham que a gente é polícia sem ser, porque nós não usamos armamento para nos proteger. Eles não conseguem colocar um segurança para proteger os agentes", afirmou o funcionário, que preferiu não se identificar.

Em nota, a empresa Umanizzare declarou que, pelo regime de cogestão do presídio, o estado é o responsável pelo comando da unidade, e que a direção deve ser executada por servidor público indicado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária e também pela disciplina, uso de força, segurança e vigilância armada dos detentos.

Massacre

O motim que durou mais de 17 horas foi considerado pelo secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, como "o maior massacre do sistema prisional" do Estado. Inicialmente o Governo havia confirmado 60 mortes. A última contagem, nesta segunda-feira (2), foi 56 corpos.

Os mortos são integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e presos por estupro, segundo Fontes. O complexo penitenciário abriga 1.224 e está localizado o km 8 da BR 174, que liga Manausa Boa Vista. A unidade prisional, que tem capacidade de abrigar 454 presos, está superlotada.

 

Autor: G1

Postada em: 06/01/2017

 

 

 

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